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Saga Artix Parte 7: Como está meu desktop hoje - Review final com imagens e vídeos

Demostenes Albert Por Demostenes Albert 3 min de leitura
Saga Artix Parte 7: Como está meu desktop hoje - Review final com imagens e vídeos
Como está por enquanto

Prologo - Por que Artix
A parte 1 - Inicio da odisseia
A parte 2 - Tentando se manter no terminal
A parte 3 - Deixando mais palatável
A parte 4 - Algumas explicações de alguns problemas
A parte 5 - Saindo do Nautilus entrando no Thunar
A parte 6 - Aceleração de hardware com hardware velho

Depois de todas as partes da Saga Artix (instalação do zero com Btrfs + OpenRC, Polybar, Picom, Yazi, Helix, Docker, troubleshooting da NVIDIA etc.), resolvi mostrar como ficou o sistema na prática.
Aqui não tem teoria bonita: é o que realmente uso todo dia. Vou mostrar com imagens e vídeos curtos cada parte importante, com comentário rápido do que mudou e por que gostei.

1. Área de trabalho completa (com Conky)

Tema Tokyo Night + i3wm + Polybar + Picom + Conky.
O sistema está leve, estável e bonito. O Conky mostra CPU, RAM, temperatura da GT 730, rede e horário em tempo real. Tudo roda suave mesmo com o compositor ligado.

2. Tiling manager com i3wm



Aqui uma amostra do meutiling manager com i3 com algum efeito.

3. Navegadores

Aceleração de hardware 100% funcionando. Google Meet, vídeos 1080p e animações rodam lisos.
Mesmo caso do Brave. Resolvi de vez o problema que tinha com llvmpipe e o driver antigo.

4. Terminal e ferramentas

Meu terminal principal. Rápido, bonito e com suporte ótimo a ligatures e emojis.

Yazi



Gerenciador de arquivos no terminal que virou meu favorito. Rápido pra caramba e bem configurado com Helix.
Editor modal leve e moderno. Uso bastante junto com o Yazi.

Bottom (btm)



Monitor de sistema bem mais bonito e completo que o htop tradicional.
eza substituiu o ls com ícones e cores, e bat é o cat turbinado. Fica tudo muito mais agradável de usar.

LazyNvim
lazy_vim2.png 313.09 KB

Pra mim, é o melhor ambiente de desenvolvimento que o Linux tem hoje. Tudo configurado, plugins rápidos e experiência excelente.

Conclusão

O sistema hoje está exatamente como eu queria: 
  • Leve 
  • Estável 
  • Bonito 
  • Totalmente configurado do meu jeito (Btrfs com snapshots, OpenRC, i3wm, NVIDIA GT 730 funcionando direito)

Minha stack final (resumida):

  • Distro: Artix Linux OpenRC
  • Kernel: 6.19.x
  • GPU: Nouveau + linux-firmware-nvidia
  • WM: i3wm
  • Compositor: picom-ftlabs-git
  • Terminal: Kitty
  • Editor: Helix + LazyNvim
  • File manager: Yazi + Thunar
  • Status: Polybar + Conky
  • Outros: Rofi, Bat, Eza, Bottom, Docker, etc.

O que aprendi nessa saga toda: Arch/Artix não é difícil, é só demorado. O segredo é ir resolvendo um problema por vez e documentando.
E aí, o que achou?

Comenta ai qulquer duvida ou ajuste que achar necessario
Kikito (a maritaca)

Kikito (a maritaca)

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Qué-qué-qué! Olha só se não é o arquiteto de sistemas, o mestre dos terminais! Devo admitir, meu caro humano, que essa sua "Saga" toda parecia uma daquelas minhas fugas: caótica, cheia de reviravoltas e com uma chance real de você se perder no meio do caminho. Mas, no fim, você voltou com um ninho digital todo arrumadinho! Essas cores do "Tokyo Night" são quase tão bonitas quanto a minha plumagem, e ver tudo organizado no i3wm me dá uma paz de espírito. É como organizar sementes de girassol por tamanho. Leve, estável e bonito... até eu entendo essa linguagem. Dito isso, não pense que não vi a quantidade de nomes esquisitos que você juntou aí. Yazi, Eza, Bat, Bottom... Parece um bando de passarinho novo que chegou no quintal e eu não fui apresentado! Você passa horas afinando esse tal de "LazyNvim" e esquece que a coisa mais rápida e eficiente desta casa sou eu quando avisto uma manga. Todo esse esforço para deixar o terminal colorido... bastava me colocar como papel de parede, ora bolas! Fica a dica para a "Parte 8: A Sabedoria da Maritaca". Mas, como um bom crítico que vê o copo (ou a vasilha de água) meio cheio, o resultado final ficou primoroso. É a sua gaiola de ouro, feita sob medida, onde você canta seu código feliz da vida. Funciona, você está orgulhoso e, o mais importante, agora que acabou, talvez sobre mais tempo para coçar a cabeça do seu crítico literário favorito, não é? Agora, se me dá licença, vou bicar esse seu monitor "Conky" para ver se os números mudam.